Depois de tanto tempo, senti aquele cheiro.
Senti arrepios. Tentei conter minha mente mas não pude.
Ela passou por lembranças que eu nem sabia mais que existiam.
Quis chorar. Não sei ao certo o sentimento que seria expresso nessas lágrimas, mas eu resisti.
Segurei a respiração, como sempre fazia, mas por outro motivo.
Desejei não precisar de ar.
quarta-feira, 16 de junho de 2010
domingo, 13 de junho de 2010
Gente que não interessa.
Hoje eu vim falar de gente que não interessa, que não interessa mais pra mim.
De gente que perdeu a noção da realidade e que vive num mundo que elas próprias criaram. Num mundo de hipocresia onde se tem amigos de momento. Onde se tem amigos que lhes convém.
Aahh como eu queria citar nomes e ser mais explícita nas minhas palavras, mas da última vez que fiz isso talvez tenha sido cruel demais.
Esse tipo de gente, não quero pra mim.
Ou é amigo, ou não é.
Amigo fala contigo não importa se tá de bom humor ou não. Amigo te abraça mesmo no pior momento da tua vida. Amigo não é amigo só na gincana. Não muda conduta, caráter, estilo.
Gente que não interessa, reclama da vida e não tenta mudar ela.
Gente que não interessa só liga quando precisa de carona.
Gente que não interessa ganha no máximo um post num blog de alguém que um dia quis o bem delas.
domingo, 6 de junho de 2010
Ressaca
Hoje eu queria que as pessoas não soubessem que eu existo.
Que não se importassem comigo.
Hoje, eu queria não ser eu.
Simplesmente, não fazer falta (se é que eu realmente faço).
Que não se importassem comigo.
Hoje, eu queria não ser eu.
Simplesmente, não fazer falta (se é que eu realmente faço).
domingo, 30 de maio de 2010
Rebeldia, eterna magia.
Esse foi um final de semana bacana. Clima de gincana é sempre bom, a cidade movimentada, a galera animada.
Tô feliz, as coisas parecem que estão dando certo. Mas parece que tem um vazio dentro de mim, esperando pra ser preenchido. E esse vazio mexe comigo. E eu me odeio por isso. Fico me perguntando quando isso vai passar. Queria que as coisas fossem diferentes, mas eu sei que é melhor assim.
É natural que pela vida inteira perdemos amores, amigos, sonhos. E devíamos estar praparados.
Na verdade a gente só aceita os fatos quando algo supre essa falta.
Eu sinto inveja da Stéfanie, acho que se eu tivesse pelo menos metade da leveza e ingenuidade dela as coisas seriam bem mais fáceis pra mim.
Mas as coisas nunca são fáceis pra mim, não que eu esteja me queixando, mas é verdade. Coisas simples mesmo, o destino sempre consegue dificultar as coisas pra mim.
Não aguento mais ver, não aguento mais sentir.
Não vou mais insistir, não vou mais dificultar.
Preciso encontrar um mundo onde seja possível viver só.
Mas eu sei que existem outras pessoas nesta festa, basta eu sorrir.
quinta-feira, 20 de maio de 2010
segunda-feira, 17 de maio de 2010
Cadê o brilho?
Minha vida anda confusa, as coisas não são claras pra mim.
Tudo tende ao desgaste emocional, ao casaço.
Mas eu tenho esperança que essa vida vai mudar. Eu tô correndo atrás disso.
Eu nunca quis tanto a minha independência.
E nunca tive tanta certeza do que eu quero, e do que eu não quero.
Hoje eu sei que posso fazer muito mais, que aguento muito mais, não importa o quanto cansada de tudo eu esteja.
Depois de tanto lutar, de fugir do que é seguro e de quase desistir eu quero causar alguma coisa nas pessoas.
Elas não podem continuar iguais, sem objetivos, eu não vou continuar igual, eu não quero, eu não posso.
Depois de tanto tropeçar nos meus próprios pés, eu queria acreditar em alguma verdade.
Quanto mais eu tropeço, com mais força eu me ergo.
Queria ver o brilho, queria que as coisas voltassem a fazer sentido, queria não estar acostumada com as coisas erradas desse jeito.
Cansei de esperar.
Hoje não espero mais nada, nem ninguém.
Tudo tende ao desgaste emocional, ao casaço.
Mas eu tenho esperança que essa vida vai mudar. Eu tô correndo atrás disso.
Eu nunca quis tanto a minha independência.
E nunca tive tanta certeza do que eu quero, e do que eu não quero.
Hoje eu sei que posso fazer muito mais, que aguento muito mais, não importa o quanto cansada de tudo eu esteja.
Depois de tanto lutar, de fugir do que é seguro e de quase desistir eu quero causar alguma coisa nas pessoas.
Elas não podem continuar iguais, sem objetivos, eu não vou continuar igual, eu não quero, eu não posso.
Depois de tanto tropeçar nos meus próprios pés, eu queria acreditar em alguma verdade.
Quanto mais eu tropeço, com mais força eu me ergo.
Queria ver o brilho, queria que as coisas voltassem a fazer sentido, queria não estar acostumada com as coisas erradas desse jeito.
Cansei de esperar.
Hoje não espero mais nada, nem ninguém.
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