O sono me consome.
Sei que tenho passado pouco por aqui, e acho que isso é bom.
Quebrar o punho me fez ver como é horrível ter que depender das pessoas pra tudo.
E eu não quero isso pra mim.
É como se tirassem a minha liberdade pra fazer o que eu quero, porque mesmo querendo eu não posso.
Me fez fazer esperar.
E é bom, cofesso.
Planejo um tempo bom, melhor do que este, se eu vencer minha impaciência e ansiedade.
Hoje é dia dos namorados e não me importo de não ter nenhum, talvez só um pouco.
Sempre me dei bem sozinha.
E assim vai ser, por tempo indeterminado.
domingo, 12 de junho de 2011
quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011
Estranha
O ano já começou faz algum tempo e este é meu primeiro texto, aparentemente sem motivo algum.
Será que esse vai ser um ano de solidão?
Do tamanho que sinto aqui dentro?
Eu sinto tantas coisas, algumas tão certas, e outras tão tristes.
Acho que me privei demais de certas coisas, e hoje quero fazer tudo ao mesmo tempo quantas vezes conseguir.
E eu continuo aqui.
Será que esse vai ser um ano de solidão?
Do tamanho que sinto aqui dentro?
Eu sinto tantas coisas, algumas tão certas, e outras tão tristes.
Acho que me privei demais de certas coisas, e hoje quero fazer tudo ao mesmo tempo quantas vezes conseguir.
E eu continuo aqui.
quarta-feira, 29 de dezembro de 2010
No limite
O ano acaba e todos correm sem saber pra onde.
Todos buscam algo que desconhecem, inclusive eu.
Não me impressiono mais.
Não tento mais prever o futuro.
O caos parece que tomou conta das mentes e corações alheios,
e acho que só eu estou raciocinando aqui.
Cansei de correr atrás de metas., estou no limite da exaustão física e mental, e ando sem paciência pra desculpas esfarrapadas.
Cansei dos meus medos, das minhas dúvidas.
Mas enfim, chegam as férias tão esperadas, e com elas o balanço geral.
O ano chega ao fim, feliz sim, posso dizer. Cresci, mais do que talvez seja perceptível, mas eu sinto.
Que 2011 venha cheio de certezas e atitudes. Que aconteça como nenhum outro!
E eu vou lutar por ele.
Todos buscam algo que desconhecem, inclusive eu.
Não me impressiono mais.
Não tento mais prever o futuro.
O caos parece que tomou conta das mentes e corações alheios,
e acho que só eu estou raciocinando aqui.
Cansei de correr atrás de metas., estou no limite da exaustão física e mental, e ando sem paciência pra desculpas esfarrapadas.
Cansei dos meus medos, das minhas dúvidas.
Mas enfim, chegam as férias tão esperadas, e com elas o balanço geral.
O ano chega ao fim, feliz sim, posso dizer. Cresci, mais do que talvez seja perceptível, mas eu sinto.
Que 2011 venha cheio de certezas e atitudes. Que aconteça como nenhum outro!
E eu vou lutar por ele.
domingo, 12 de dezembro de 2010
Numa vibe meio paz e amor
E tudo chega ao fim com gosto de começo e do novo.
Meus pulmões inspiram uma liberdade que eu mesma me dei.
Meus pulmões inspiram uma liberdade que eu mesma me dei.
quinta-feira, 18 de novembro de 2010
Quando tudo o que se quer é sumir.
Hoje é dia de ilusão.
Nenhuma nova,
só as velhas desilusões de sempre.
Estamos em novembro e o fim de tudo parece cada vez mais próximo.
Não sei o que pensar, talvez eu nem ao menos queira pensar mais.
Tô carente.
Hoje eu queria conversar com alguém que não me conhece, que não sabe das minhas manias e não sabe dos meus medos.
Alguém que não ia se importar comigo, nem reparar no meu mundo que não gira ao redor do meu umbigo. Bem que eu queria.
Acho que tô meio morta. Partes de mim foram com eles que não estão mais aqui, sem avisos ou despedidas.
Esqueça tudo o que ouviu falar de mim.
Essa não sou mais eu.
Nenhuma nova,
só as velhas desilusões de sempre.
Estamos em novembro e o fim de tudo parece cada vez mais próximo.
Não sei o que pensar, talvez eu nem ao menos queira pensar mais.
Tô carente.
Hoje eu queria conversar com alguém que não me conhece, que não sabe das minhas manias e não sabe dos meus medos.
Alguém que não ia se importar comigo, nem reparar no meu mundo que não gira ao redor do meu umbigo. Bem que eu queria.
Acho que tô meio morta. Partes de mim foram com eles que não estão mais aqui, sem avisos ou despedidas.
Esqueça tudo o que ouviu falar de mim.
Essa não sou mais eu.
domingo, 17 de outubro de 2010
SWU - 11/10/2010
Horas intermináveis de viagem;
Um sol escaldante que o bronze tenho até hoje;
O frio que congelava até os pensamentos;
O cheiro do ilícito pairava no ar e era sugado por minhas narinas;
Tudo valeu a pena,
e nada explica aquele momento que tínhamos todos em comum.
Um sol escaldante que o bronze tenho até hoje;
O frio que congelava até os pensamentos;
O cheiro do ilícito pairava no ar e era sugado por minhas narinas;
Tudo valeu a pena,
e nada explica aquele momento que tínhamos todos em comum.
domingo, 26 de setembro de 2010
Algumas considerações sobre mim
Não tenho vontade de escrever. Uma vez era mais fácil substituir lágrimas por palavras.
Sinto falta de mim ás vezes, como se meu corpo fosse vazio e só fizesse movimentos programados.
Acho que preciso de uma agenda. Hoje é domingo, um daqueles dias que tenho vontade de correr o quanto puder pra chegar em lugar nenhum. Engraçado quando se percebe uma linha tênue entre apenas duas semanas. Daquele tipo que tu acorda e de repente tudo mudou, outra vez, e que não sou mais eu. Percebi que ando ignorando as pessoas, talvez mais do que eu poderia fazer. E me dou conta do quanto me ignoram também. E me conformo, e desisto, e grito, e choro. Queria alguns momentos de volta, mas eu não sei correr atrás deles.
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